Reunião yuri × Miguel: arrumar a arquitetura do universo — pastas e idiomas — e combinar como os três projetos do Miguel entram no universo maior. Hoje é sobre forma e organização (a funcionalidade vemos depois), pensando em quando o co assumir. Tudo aprovado. ✅
Objetivos
- Entender a organização atual (pastas + idiomas)
- Separar o que é conteúdo do que é andaime
- Combinar como os 3 projetos se encaixam no universo Miguel
- Definir como o universo se apresenta quando o co for baixado
1. A ideia central: conteúdo × forma
A mesma ideia do método organiza tudo:
- Conteúdo = o que está escrito (os textos). É o que vale — e é só isso que o co vai usar.
- Forma = tradução, visual, widgets, publicação. É andaime: monta o site hoje, mas o co assume depois.
Combinado: manter o conteúdo limpo e separado do andaime, pra virada pro co ser fácil. ✅
2. Os 3 projetos dentro do universo Miguel (MG)
O Miguel é o universo guarda-chuva (a pessoa, o hub). Cada projeto é uma missão = um grupo de pessoas com um objetivo claro e mensurável:
as três missões
- MSE (
MGMSE) — graduação em MS&E; é a base das outras.- App Agro (
MGAGRO) — bot de WhatsApp pra gestão agrícola.- Alpha Scholars (
MGALPHA) — universo de estudo (as 22h por semana).
Como se encaixam:
Miguel (MG) — hub pessoal
├── MSE (MGMSE) — já é universo próprio
├── App Agro (MGAGRO) — seção hoje → vira universo
└── Alpha Scholars (MGALPHA) — seção hoje → vira universo
- Cada projeto é um sub-universo filho do Miguel. O MSE já é universo separado; App Agro e Alpha Scholars hoje vivem como seções dentro do Miguel e viram universo próprio quando crescerem (mesma promoção que já fizemos antes).
- O código MG amarra a árvore toda:
MG-no hub,MGMSE·MGAGRO·MGALPHAem cada missão — uma identidade só. - Quando o co carregar o Miguel, os projetos aparecem ao lado dele, como filhos; os públicos dá pra assinar.
Combinado: hub + missões; cada missão promove a universo quando amadurece. ✅
3. Pastas — arrumar
como fica
- No topo: o que vale (conteúdo + a ficha do universo + a memória de tradução)
- Junto: o andaime, marcado como descartável
- À parte: as referências (rascunhos, comparações)
Conteúdo limpo → a virada pro co é só “aponta pro conteúdo”. ✅
4. Idiomas (PT / EN)
- O PT é o original; o EN é uma cópia traduzida automática, página por página.
- A tradução tem memória guardada — não re-traduz à toa, e o co aproveita depois sem custo.
- Trocar de idioma é forma (um botão), não entra no menu.
- Modelo de tradução escolhido: Sonnet (ver comparação). ✅
5. Quadro e widgets
- As tarefas moram nas tabelas do texto (fonte única). O kanban é só uma vista delas — o co tem quadro próprio que lê as mesmas tabelas.
- O calendário é um widget de verdade; o co precisa de um espaço pra encaixar widgets assim.
Combinado: tabela é a fonte; kanban é descartável. ✅
6. Quando o co for baixado (primeira vez)
O universo deve se apresentar sozinho: qual a página inicial, quais idiomas, quem é pai e quem é filho, o que é público.
- Aí o usuário abre o co e cai no hub do Miguel com os projetos do lado pra assinar — sem configurar nada.
- A decidir: o Miguel é vitrine pública ou hub mais privado? O caminho do novo usuário aponta pra hub privado + projetos públicos. ⬅️ única questão em aberto
O que ficou decidido ✅
- Conteúdo separado do andaime
- 3 projetos = missões filhas do hub; promovem a universo quando crescem
- Memória de tradução guardada; modelo padrão = Sonnet
- Tabela markdown = fonte única do quadro
- Miguel público (vitrine) × privado (hub) — fechar hoje